sábado, 17 de dezembro de 2011

Um Barquinho a Deriva!


Ok!

Primeiro eu quis abandonar a Nau:

" Deus dai-me forças pra não abandonar a nau!"

Pensei que esse sentimento fosse passar logo, mas ele cresceu, não de uma forma muito negativa, pelo menos eu não deixei q fosse assim e fiz piada da situação:

Ei! Vou pulaaaarrrrr! HAAAAAAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaaaa.......

Cabum!

Acabei de pular da Nau, a minha sorte é q ela esta ancorada bem pertinho da costa e eu sei nadar!

O relato acima mostra o quando eu desejava cair fora dessa vida louca, mas é claro que de uma forma segura e com opções de retorno.

Então me peguei pensando:

Minha Nau esta no mar e eu aqui, tão longe dela, lá no horizonte ela navega a deriva, resolvi voltar e tomar conta novamente do que é meu, minha vida e todo o resto, mas o esforço de nadar até a costa me deixou cansada, então resolvi pegar uma carona em uma canoa que ao meio do caminho descobri estar furada, não teve jeito, tive q pular novamente no mar e nadar até ela.

Cabum!

Braçadas rápidas.

Ufa! Cheguei!

Conclusão:

Abandonar a nau é fácil, difícil é quando você percebe q fez burrada e tenta voltar e retomar o leme!

Tá, deixa eu explicar umas coisinhas.

Quando digo: " Deixar essa vida louca." não me refiro a tirar a própria vida (eu nunca conseguiria fazer isso conscientemente) mais sim deixar de acreditar em mim mesma, deixar os sonhos, os desejos para traz, deixar de correr atrás do q parece inalcançável, deixar de conviver com o maior numero de pessoas possíveis, porque o ser humano é bem difícil!

Claro que nesse contexto estou incluída com meus milhares de defeitos.

Mas a vida esta ai pra gente viver tudo o que ela pode nos proporcionar em experiências, certamente esse aprendizado será muito útil na próxima reencarnação.

Até!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Um Herói Anônimo.

Olá amigos!
Finalmente vou estrear o blog, rsrsrs...., ele já esta na minha cabeça a um tempão, mas com a correria do dia a dia deixei ele um pouquinho adormecido, mas vamos sacudir isso aqui.

Esta semana eu li uma reportagem muito interessante, que me foi enviada pelo maridex contando a história de um homem chamado Nicholas Winton, que hoje tem 98 anos de idade, e me pois a refletir sobre as palavras de Jesus que diz: "Não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita".

Vou fazer um breve relato sobre essa história.

Quanto tinha apenas 29 anos, Winton viajou para a Thecoslováquia em companhia de um amigo nas férias de fim de ano. Lá, ficou impressionado com o clima de medo: a Thecoslováquia já estava sob o domínio da Alemanha Nazista.

Winton teve uma idéia: tentar mandar para fora da Tchecoslováquia crianças de famílias perseguidas. Começou a escrever por conta própria para vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e muitas outras listas vieram, apenas dois países aceitaram receber as crianças, Inglaterra e a Suécia, no total Winton conseguiu salvar do horror nazista 669 crianças, que cresceram, se tornaram adultos generosos e renderam bons frutos, muitos são jornalistas, engenheiros entre outras profissões.

Uma atitude de coragem e amor, mas o q mais me chamou a atenção, é q ele fez tudo isso em segredo e o manteve assim por toda a sua vida, nunca contou a ninguém, nem a sua mulher o enorme bem q tinha feito.
Ao arrumar o sótão de casa, a esposa descobriu, por acaso, um velho álbum, coberto de poeira. Lá estavam fotos de crianças, cartas e telegramas e uma lista com nomes e datas.

Quando procurou saber, a mulher de
Winton descobriu que aquelas eram crianças que tinham sido salvas por ele.

Lição q tirei desta história?
Que Jesus tinha razão em dizer que a verdadeira caridade e aquela feita em segredo. "Não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita". Fazer o bem ao próximo e receber todas as honras e pompas por este ato é fácil, mas fazer um bem tão grande e continuar no anonimato é só para poucos.

Precisamos sermos influenciados por atos de bondade como este, para que aumentemos a nossa contribuição em favor do bem comum e de nós mesmos.

Paz e Bem!
Zahra el Nur


Nicholas Winton